
QUARTA LEI BIOLÓGICA
(SISTEMA ONTOGENÉTICO DOS MICROBIOS)
A 4ª Lei Biológica é revolucionária e, além disso, inédita para a biologia e a medicina que conhecemos, as quais hoje se baseiam em princípios que se tornaram dominantes há um século e meio por uma conjuntura histórica, após a apresentação da Teoria dos Germes de Pasteur.
Com a 4ª Lei, descobre-se que os micróbios do nosso corpo não atuam de forma autônoma, mas sim que são simbiontes sensatamente controlados pelo cérebro, com um propósito e uma função precisa em relação aos diferentes tipos de tecido sobre os quais operam.
O corpo é uma imensa organização de células especializadas, contendo uma população de microrganismos dez vezes mais numerosa que as próprias células humanas. Fora do corpo, podem ter certa autonomia, mas dentro do corpo são simbiontes perfeitamente coordenados.
Seu papel mais relevante no curso de um programa biológico ocorre na PCL-A: nos tecidos controlados pelo paleoencéfalo, degradam por caseificação o excedente dos tecidos que cresceram na fase ativa; nos tecidos controlados pelo neoencéfalo, ajudam a recompor o tecido perdido durante a fase ativa.
Os micróbios que encontramos em processos infecciosos, ou que são observados em exámenes dependem da camada embrionária da qual o tecido se origina: fungos, micobactérias, bactérias e partículas virais (que não chamaremos de “vírus”, dado que não são organismos vivos independentes, mas partículas produzidas pelo metabolismo das próprias células quando tecidos originados do ectoderma estão em reparação).
Os micróbios nunca são a causa; são interpretados como causa quando não se conhecem as 5 Leis Biológicas da Natureza, este erro de interpretação se deve simplesmente porque podem ser observados no momento em que a pessoa é examinada enquanto está “doente” (isto é, na PCL-A, quando os sintomas são mais evidentes e intensos, quando o tecido que passou por uma FASE ATIVA, muitas vezes assintomática, entra em reparação).
A crença de que os micróbios são “maus” ou “perigosos”, assim como “a causa” de uma situação orgânica "má", também pode gerar mais choques biológicos ao se ter medo do micróbio.
Outra percepção de ameaça surge do medo do “contágio”, o que também ativará mais programas caso a pessoa se exponha a alguém que considera “contagioso”; e, uma vez que se relaxe, entre em PCL-A e apareçam micróbios, ela manterá firmemente a crença de “me contagiei” e assim, indefinidamente, ativará um programa biológico cada vez que se expuser ao que considera “contagioso”.